Reflexoes em Nelson
Trip Start
Mar 30, 2008
1
8
29
Trip End
Jul 07, 2008
Reflexões
Creio que já escrevi sobre a vocação neo-zelandesa para com os mochileiros. Inúmeros albergues, "bed & breakfast" e hotéis, nas menores e longínquas cidades. Obviamente essa disponibilidade eh resultado do interesse turístico no pais, devidamente explicado pelas belezas naturais.
Nestes 20 dias que passei por aqui, percebi alguns estereótipos dentre os viajantes, especialmente dentre os mochileiros, os quais tentarei sumarizar aqui. Nada contra um "estilo" ou outro; soh achei interessante a maneira pela qual eles são facilmente identificados, e tenham certeza, eles estão se divertindo a beca por esse pais.
Mochileiro Roots >> Vaga sem destino pelo pais, pegando carona, acampando onde der e puder (e as vezes onde não pode também), cozinhando alguma gogoroba q ele comprou dentre os produtos com data de validade quase expirada
Mochileiro - Mochileiro >> Creio q me identifiquei neste grupo. São pessoas que querem conhecer o pais gastando pouco, mas não abrem mao de um teto, cama e banho quente. Procuram descobrir o pais por conta própria, munidos de Lonely Planets e Frommers da vida, sem depender da vontade alheia para decidir para onde e quando ir.
Mochileiro Patricinha/Mauricinho >> São mochileiros mais endinheirados, que buscam a comodidade oferecida pelas excursões, atando-se a grupos que nem sempre tem o mesmo interesse, mas já-que-ta-que-fique.
Wanna-be-mochileiros >> Me divirto sozinho quando vejo um desses. Em 95% dos casos são orientais - japoneses creio eu - que também se hospedam em albergues e não dispensam os confortos da vida moderna
A parte disto, continuo com meu problema de não me lembrar de substantivos próprios. Maldita a idéia das pessoas de continuarem usando o nome da antiga civilização que habitava o pais antes da colonização do homem branco. Se no Hawaii os lugares eram conhecidos pelos nomes em havaiano, aqui na NZ são conhecidos pelos malditos nomes em Maori. Inferno. Mal posso esperar pra chegar no Japão ou China. La sim vai ser bem mais fácil me localizar. Ha-ha-ha.
Cheguei hoje a Franz Joseph, um vilarejo na qual a grande atração são as geleiras
Aproveito para colocar as fotos de minha caminhada (22km) por meio do Abel Tasman National Park. Provavelmente o lugar mais belo pelo qual passei ate hj. Local habitado por algumas focas, cercado por um mar irritantemente azul (e gelado, diga-se de passagem) e cuja a maré chega a variar 6m entre a maré alta e baixa.
Hasta!
Creio que já escrevi sobre a vocação neo-zelandesa para com os mochileiros. Inúmeros albergues, "bed & breakfast" e hotéis, nas menores e longínquas cidades. Obviamente essa disponibilidade eh resultado do interesse turístico no pais, devidamente explicado pelas belezas naturais.
Nestes 20 dias que passei por aqui, percebi alguns estereótipos dentre os viajantes, especialmente dentre os mochileiros, os quais tentarei sumarizar aqui. Nada contra um "estilo" ou outro; soh achei interessante a maneira pela qual eles são facilmente identificados, e tenham certeza, eles estão se divertindo a beca por esse pais.
Mochileiro Roots >> Vaga sem destino pelo pais, pegando carona, acampando onde der e puder (e as vezes onde não pode também), cozinhando alguma gogoroba q ele comprou dentre os produtos com data de validade quase expirada
Tsunami? Nao, soh a mareh baixa
. Usualmente acompanhado de um violão, mas invariavelmente percebidos pelo cheiro (banho? Quem?), e o cabelo ensebado, tanto para mulheres quanto para os homens. Lembro-me de ter encontrado um desses em uma das rodoviárias. Ele saiu do caminhão no qual pegava carona, e não se preocupou onde iria ficar ou o que comer (jah era umas 9 da noite). Simplesmente sacou o violão e começou a cantar algo indecifrável.Mochileiro - Mochileiro >> Creio q me identifiquei neste grupo. São pessoas que querem conhecer o pais gastando pouco, mas não abrem mao de um teto, cama e banho quente. Procuram descobrir o pais por conta própria, munidos de Lonely Planets e Frommers da vida, sem depender da vontade alheia para decidir para onde e quando ir.
Mochileiro Patricinha/Mauricinho >> São mochileiros mais endinheirados, que buscam a comodidade oferecida pelas excursões, atando-se a grupos que nem sempre tem o mesmo interesse, mas já-que-ta-que-fique.
Wanna-be-mochileiros >> Me divirto sozinho quando vejo um desses. Em 95% dos casos são orientais - japoneses creio eu - que também se hospedam em albergues e não dispensam os confortos da vida moderna
Kaiteriteri - umas das 5 mais bleas do mundo?
. Para isso, não se incomodam em viajar com a mochila e uma (ou as vezes duas) malas. Grandes. Sempre fazem uma confusão quando tem q entrar/sair de ônibus ou subir escadas em albergues. A mais "engraçada" foi uma japonesa q não entendia bolhufas de inglês. Ela tentava pegar um ônibus para alguma cidade, mas não entendia pra onde tinha q ir (estava em uma estação de baldeação, ela tinha q tirar a mala de um ônibus e colocar no outro, de outra companhia). Foi uma alma penada ajuda-la, foi quando descobriu-se q ela estava na ilha-sul, indo em direção a Wellington (ilha-norte). Detalhe que ela soh estava umas 3 horas apos o horário de partida do ônibus, e pelo o que entendi, uma das malas dela foi embora no ônibus no qual ela veio. Enfim, digo engraçada porque desgraca no c* dos outros eh engraçado, mas na real ela era uma coitada.A parte disto, continuo com meu problema de não me lembrar de substantivos próprios. Maldita a idéia das pessoas de continuarem usando o nome da antiga civilização que habitava o pais antes da colonização do homem branco. Se no Hawaii os lugares eram conhecidos pelos nomes em havaiano, aqui na NZ são conhecidos pelos malditos nomes em Maori. Inferno. Mal posso esperar pra chegar no Japão ou China. La sim vai ser bem mais fácil me localizar. Ha-ha-ha.
Cheguei hoje a Franz Joseph, um vilarejo na qual a grande atração são as geleiras
Split Apple
. Marquei meu "passeio" pelas geleiras para amanha, espero q, tal qual hoje, seja um dia de sol e "calor". Mas como São Pedro anda pegando no meu peh, não duvido nada que seja mais um dia de frio miserável e chuva. Sim, a costa oeste da Nova Zelândia recebe toda a umidade vinda do Mar da Tasmânia, e os Alpes (Southern Alps) retem a umidade por aqui. Resultado: chove pra caraio. Segundo o Lonely Planet, uns 7m (sim, METROS) de chuva por ano.Aproveito para colocar as fotos de minha caminhada (22km) por meio do Abel Tasman National Park. Provavelmente o lugar mais belo pelo qual passei ate hj. Local habitado por algumas focas, cercado por um mar irritantemente azul (e gelado, diga-se de passagem) e cuja a maré chega a variar 6m entre a maré alta e baixa.
Hasta!


