Wellington - Resumindo Rotorua e Taupo
Trip Start
Mar 30, 2008
1
7
29
Trip End
Jul 07, 2008
Nova Zelândia e' mundialmente conhecida pelos esportes radicais. TODOS os possíveis e imagináveis, incluindo o esporte o qual mais me identifiquei nos últimos anos: corrida de aventura.
Agora q estou descobrindo o pais, entendo da onde vem essa vocação. Absurda as oportunidades q a natureza oferece aos Kiwis (nome de um pássaro daqui q parece uma galinha gorda, o mesmo nome pelo qual os neo-zelandeses se identificam). O pais deve estar localizado sobre uma falha nas placas tectônicas, ou sei lah, mas eh fato q tem montanha pra dedeu por aqui. Com isso, os rios aqui presentes sempre são de águas rápidas, excelente oportunidade para fazer rafting, kayaking, sledging, etc.
Os parques nacionais são cheios de trilhas de 50, 60 kilometros, nas quais as pessoas levam 3 dias para completar
E nesta travessia Tb entendi pq os Kiwis faturam todas as corridas de aventura no mundo inteiro: umas DEZ crianças de uns 10 a 15 anos estavam CORRENDO na trilha, treinando corrida de aventura. Camelback nas costas, Salomon nos pehs, mapa e bussola no pescoço e a calca justa q nos eh peculiar. Isso sem contar nas infinitas ciclovias e faixas exclusivas para ciclistas - queria estar com minha magrela por aqui...
Apos Auckland, me dirigi a Rotorua, cidade localizada sobre uma fina camada da crosta que nos protege do magma. Apos queimar meus dedos na maldita água quente q jorrava do chão, me dirigi a Taupo, capital mundial do paraquedismo
Pela frente ainda tenho Wellingtown - capital do pais -; Nelson - cidade base para ir para o Abel Tasman National Park -, Franz Joseph - ver umas geleiras - para por fim terminar em Queenstown - capital mundial dos esportes radicais.
A cada cidade mais ao sul q vou estah ficando mais e mais frio (obviamente), mas ainda assim, trata-se de um pais formidável. As Kiwis são muito simpáticas (não pensem de uma maneira pejorativa). Os habitantes daqui tb tem uma vocação natural por viajar - encontrei alguns velhinhos nos albergues. Pensei comigo mesmo q se tratavam de pessoas q resolveram morar em albergues jah q eles teriam companhia e seria mais barato. Ledo engano. São viajantes. Me surpreendia quando os vi (ele viajam em grupo) caminhando em direção a rodoviária. Obviamente jah não usam mais mochilas - suas costas jah se cansaram de carregar peso - mas isso nos os impede de sair de cidade em cidade conhecendo novos lugares.
Por fim, ontem passei por mais uma nova experiência. Enquanto degustava meu delicioso macarrão na manteiga ouvi um barulho meio alto, e o chão levemente vibrou (coisa de 3 segundos). Pensei q fosse algum trem passando, ou alguma coisa assim, mas posteriormente descobri q foi um terremoto - dos fracos, ainda bem.
Ateh mais.
Agora q estou descobrindo o pais, entendo da onde vem essa vocação. Absurda as oportunidades q a natureza oferece aos Kiwis (nome de um pássaro daqui q parece uma galinha gorda, o mesmo nome pelo qual os neo-zelandeses se identificam). O pais deve estar localizado sobre uma falha nas placas tectônicas, ou sei lah, mas eh fato q tem montanha pra dedeu por aqui. Com isso, os rios aqui presentes sempre são de águas rápidas, excelente oportunidade para fazer rafting, kayaking, sledging, etc.
Os parques nacionais são cheios de trilhas de 50, 60 kilometros, nas quais as pessoas levam 3 dias para completar
Lake Taupo
. Eu fiz um trecho da trilha mais conhecida na Nova Zelândia: Tongariro Crossing.. Segundo a motorista do ônibus q nos guiou (eu estava com um grupo de 50 pessoas), era o melhor dia para escalar (sim, eh alto pra caraio) a trilha nos últimos anos. Quando cheguei lah em cima, fiquei imaginando o pior dos dias... No peh da montanha, céu azul, mas um frio de lascar o coco (ainda mais com o vento). Mochila nas costas e subi. Subi e continuei subindo. Obviamente o céu azul desapareceu em meio as nuvens q tomaram conta do cume. Não enxerguei bosta nenhuma e passei um frio do cacete, mas apos descer um pouco, pude ver todo o vale q não conseguia enxergar lah de cima...E nesta travessia Tb entendi pq os Kiwis faturam todas as corridas de aventura no mundo inteiro: umas DEZ crianças de uns 10 a 15 anos estavam CORRENDO na trilha, treinando corrida de aventura. Camelback nas costas, Salomon nos pehs, mapa e bussola no pescoço e a calca justa q nos eh peculiar. Isso sem contar nas infinitas ciclovias e faixas exclusivas para ciclistas - queria estar com minha magrela por aqui...
Apos Auckland, me dirigi a Rotorua, cidade localizada sobre uma fina camada da crosta que nos protege do magma. Apos queimar meus dedos na maldita água quente q jorrava do chão, me dirigi a Taupo, capital mundial do paraquedismo
Lake Taupo
. Minha vertigem de alturas e o orçamento limitado me impediram de saltar. Mantendo os pehs próximos do chão, aluguei uma magrela, dei uma pedalada nas trilhas perto da cidade e fiz o Tongariro Crossing.Pela frente ainda tenho Wellingtown - capital do pais -; Nelson - cidade base para ir para o Abel Tasman National Park -, Franz Joseph - ver umas geleiras - para por fim terminar em Queenstown - capital mundial dos esportes radicais.
A cada cidade mais ao sul q vou estah ficando mais e mais frio (obviamente), mas ainda assim, trata-se de um pais formidável. As Kiwis são muito simpáticas (não pensem de uma maneira pejorativa). Os habitantes daqui tb tem uma vocação natural por viajar - encontrei alguns velhinhos nos albergues. Pensei comigo mesmo q se tratavam de pessoas q resolveram morar em albergues jah q eles teriam companhia e seria mais barato. Ledo engano. São viajantes. Me surpreendia quando os vi (ele viajam em grupo) caminhando em direção a rodoviária. Obviamente jah não usam mais mochilas - suas costas jah se cansaram de carregar peso - mas isso nos os impede de sair de cidade em cidade conhecendo novos lugares.
Por fim, ontem passei por mais uma nova experiência. Enquanto degustava meu delicioso macarrão na manteiga ouvi um barulho meio alto, e o chão levemente vibrou (coisa de 3 segundos). Pensei q fosse algum trem passando, ou alguma coisa assim, mas posteriormente descobri q foi um terremoto - dos fracos, ainda bem.
Ateh mais.


